Política de privacidade
Versão de 02/11/2026
Aqui explicamos quais dados pessoais o Recepvia trata, para quê, com quem compartilhamos, por quanto tempo guardamos e como você exerce seus direitos, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei 13.709/2018).
1. Quem trata os dados
- Dados da conta e da cobrança (quem usa o sistema): o Recepvia é o controlador.
- Dados dos pacientes colocados pela clínica: a clínica é a controladora e o Recepvia é o operador, tratando os dados só para prestar o serviço, seguindo as instruções da clínica. Se você é paciente e quer exercer um direito, fale primeiro com a sua clínica.
2. Quais dados tratamos
- Conta: nome, e-mail, senha (guardada de forma protegida pelo serviço de autenticação) e o papel de cada pessoa na clínica.
- Clínica: nome, endereço, telefone, equipe, procedimentos, horários e configurações, e o financeiro que a clínica registrar (contas, categorias, valores recebidos e pagos). O financeiro só é visível para o dono e os administradores.
- Pacientes (inseridos pela clínica): nome, celular, e-mail, data de nascimento, sexo, CPF, RG, profissão, estado civil, endereço, como conheceu a clínica, responsável e contato de emergência (quando a clínica preenche), cidade, etiquetas, consentimento para WhatsApp, consultas e, se a clínica preencher, condições de saúde e alergias. Parte disso é dado pessoal sensível, de saúde.
- Conversas de WhatsApp: mensagens enviadas e recebidas pelo número da clínica, incluindo as respostas da assistente de IA, quando ligada.
- Cobrança: nome, e-mail e CPF/CNPJ de quem paga, e as faturas. Os dados do cartão vão direto à Asaas e não ficam no Recepvia.
- Dados técnicos: registros de erro e de segurança, e o endereço de rede usado no processamento de pagamentos com cartão.
3. Para que usamos e em que base legal
- Prestar o serviço contratado: agenda, mensagens, lembretes, assistente e cobrança (execução de contrato).
- Emitir nota fiscal e cumprir obrigações fiscais (obrigação legal).
- Segurança, prevenção a fraude e suporte (legítimo interesse).
- Mensagens aos pacientes: a clínica deve ter a autorização ou outra base legal adequada. O sistema registra o consentimento para WhatsApp de cada paciente; por padrão só envia campanhas a quem autorizou, e nunca a quem pediu para não receber.
Para os dados de saúde dos pacientes, a base legal é da clínica (por exemplo, tutela da saúde ou consentimento). [bases legais a validar com o advogado]
4. Com quem compartilhamos
Usamos prestadores (suboperadores) para o serviço funcionar. Compartilhamos só o necessário:
- Supabase: banco de dados e autenticação.
- Asaas: pagamentos e nota fiscal.
- Meta (WhatsApp Business) ou UAZAPI: envio e recebimento de mensagens, conforme a conexão escolhida pela clínica.
- Anthropic: modelo de IA, apenas quando a assistente está ligada, com o conteúdo da conversa e os dados de agenda necessários para responder.
- Provedor de e-mail e de hospedagem do site: [a definir]
Não vendemos dados pessoais e não usamos dados de pacientes para publicidade.
5. Transferência para fora do Brasil
Alguns desses prestadores armazenam ou processam dados fora do Brasil. Nesses casos, adotamos as salvaguardas previstas na LGPD para transferência internacional. [mecanismo a validar com o advogado]
6. Por quanto tempo guardamos
- Dados da conta e da clínica: enquanto a conta estiver ativa.
- Conversas de WhatsApp: pelo período que a clínica escolher em Configurações, Privacidade (6, 12, 24, 36 ou 60 meses; o padrão é 24). As mais antigas são apagadas automaticamente.
- Depois do encerramento da conta: [prazo a definir], ressalvadas as obrigações legais de guarda (como as fiscais).
7. Como protegemos
- Os dados de cada clínica ficam isolados no banco: uma clínica não enxerga os dados de outra.
- A conexão é criptografada (HTTPS) e as chaves de integração são guardadas cifradas.
- Cada pessoa só acessa o que o seu papel permite.
- Se houver um incidente de segurança que possa causar risco relevante, avisaremos a clínica e as autoridades, como a lei exige.
Nenhum sistema é totalmente imune. Se você achar que encontrou uma falha, avise pelo contato abaixo.
8. Seus direitos
Pela LGPD você pode pedir: confirmação de que tratamos seus dados, acesso, correção, anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, portabilidade, informação sobre com quem compartilhamos e a revogação de consentimentos. No produto, a clínica pode exportar pacientes e consultas em planilha e apagar a própria conta. Pedidos podem ser feitos ao encarregado de dados, no contato abaixo. Se você é paciente, a sua clínica é quem decide sobre os seus dados, e nós a ajudamos a atender o pedido.
9. Cookies
Usamos apenas o que é essencial para o sistema funcionar: a sessão de login, a clínica que você escolheu, e preferências como tema e menu. Hoje não usamos cookies de publicidade nem ferramentas de análise de terceiros. Se isso mudar, atualizaremos esta página.
10. Crianças e adolescentes
O Recepvia é feito para profissionais e clínicas. Pacientes menores de idade são cadastrados pela clínica, que deve tratar os dados com o consentimento de um responsável legal.
11. Mudanças
Se esta política mudar, a data da versão no topo muda e, quando for relevante, avisamos por e-mail ou dentro do sistema.
Quem é o responsável
[a preencher], CNPJ [a preencher], com sede em [a preencher]. Contato: [a preencher]. Encarregado de dados (para pedidos sobre dados pessoais): [a preencher].